O público e o privado na escravidão brasileira

Pouco se sabe sobre os escravos incorporados ao patrimônio público após o confisco dos bens dos jesuítas, em 1760. Em “Escravos da Nação”, que acaba de ser lançado, Ilana Peliciari Rocha busca identificar esses escravos, abordando sua condição pública, sua relação com o Estado e suas vivências em fábricas e fazendas estatais.

A autora explora este tema ainda pouco conhecido, o processo de escravização existente entre os períodos colonial e imperial daqueles que eram considerados escravos públicos, os escravos da nação. Procura identificá-los, analisar a concepção do Estado sobre eles e contemplar suas características e vivências em estabelecimentos estatais. Esses escravos trabalhavam em diversos estabelecimentos públicos, tais como fábricas, fazendas nacionais, e estavam também na Corte, no Arsenal da Marinha, na Quinta da Boa Vista, nas colônias militares das fronteiras e nas obras públicas em geral. Em sua pesquisa, constatou que parte deles recebia uma remuneração por seu trabalho, e alguns ainda tinham acesso à escola de primeiras letras.

Saiba mais em bit.ly/escravos-da-nacao

 

ESCRAVOS DA NAÇÃO:  O Público e o Privado na Escravidão Brasileira, 1760-1876   de Ilana Peliciari Rocha

ESCRAVOS DA NAÇÃO:
O Público e o Privado na Escravidão Brasileira, 1760-1876, de Ilana Peliciari Rocha

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