No século XVII, havia manuais para morrer bem

Por trás desses livros havia uma filosofia, para se despedir era preciso estar em paz com a sua alma. O testamento e a confissão ao padre eram partes fundamentais desse processo. Confira os comentários de Mary del Priore para o programa “Um Rio de Histórias” da Rádio CBN:

No século XVII, havia manuais para morrer bem

 

“Ofélia”, de John Everett Millais.

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