Sabe-se que D. Pedro batizava seus filhos com a imperatriz Leopoldina ou com sua favorita, Domitila, a marquesa de Santos, com exuberância. D. Pedro II, por exemplo, teve a cerimônia realizada na igreja de Nossa Senhora do Outeiro da Glória, em dezembro de 1825. Seu pai chegou a compor um Te Deum, em homenagem à cerimônia. Isabel Maria, futura duquesa de Goiás, recebeu o batismo na Igreja de São Francisco Xavier do Engenho Velho, em maio de 1824. Ausente, nunca deixou de se manifestar nos seus natalícios. “Nossa Belinha”, como era chamada a filha mais velha com … Continue lendo D. Pedro foi um bom pai?
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