Após 170 anos, o Manifesto Comunista ainda é uma obra “perigosa”?

Cento e setenta anos após o seu lançamento, em 21 de fevereiro de 1848, o “Manifesto do Partido Comunista” segue sendo perigoso. É o que afirma o historiador Jorge Grespan, em entrevista ao site Tutameia. O texto de Karl Marx e Friedrich Engels “é cada vez mais atual; seu diagnóstico fundamental está cada vez mais atual”, diz ele, especialmente agora, quando a propriedade privada se concentra ainda mais e há crise econômica, política e social.

O documento histórico, inspiração para movimentos sociais e políticos até hoje, foi lançado em Londres, em alemão, em 21 de fevereiro de 1848. Era conturbado momento de revoltas na Europa. Ousado, original e agudo, o “Manifesto” expôs pela primeira vez as ideias do materialismo histórico, que enfatiza a luta de classes como a força dinâmica da história da humanidade, das mudanças sociais. Sua frase inicial é contundente: “Um espectro ronda a Europa – o espectro do Comunismo”.

Fonte: Tutameia.jor.br

Historiador, economista e filósofo, Grespan discorre sobre contexto histórico em que surgiu o documento, quando a ordem feudal era substituída pela burguesa. Confira a entrevista completa:

 

Karl Marx

Karl Marx e Friedrich Engels lançaram o manifesto em fevereiro de 1848

3 Comentários

  1. marcio "osbourne" silva de almeida 13 de setembro de 2018
  2. Solon 24 de fevereiro de 2018
    • Rodrigo 24 de fevereiro de 2018

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