Quem fez a abolição da escravatura não foi a Princesa Isabel, avalia Mary Del Priore

Publicado em 15 de maio de 2017 por - artigos

Ela começou a se interessar sobre o assunto porque a igreja, em especial os bispos, a quem ela era muito ligada, também se envolvem no movimento abolicionista. Quem fez a abolição foram os cativos, os quilombos, os jornalistas, os positivistas, os republicanos e os espíritas. Confira os comentários de Mary del Priore para o programa “Um Rio de Histórias”, da Rádio CBN:

Quem fez a abolição não foi a princesa Isabel

 

Reprodução.

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5 Comentários

  1. Gerhard Erich Bœhme disse:

    A esquerda tenta de todas as formas reescrever a história e nos subtrair o futuro. Ainda bem que temos historiadores sérios, administradores que se baseiam em fatos, engenheiros em dados, auditores em evidências objetivas e peritos criminais em provas materiais.

  2. Adriana disse:

    Gente essa mulher deve está ganhando muito dinheiro para destruir a história do Brasil como ela faz, mais uma prova de que ter diploma não quer dizer honestidade, quem vive de ganhar dinheiro as custa da descontração da memória de uma nação mostra bem a índole que tem. Escrever livros polêmicos hoje em dia virou fonte de renda pois alguns escritores descobriu que o brasileiro na sua grande maioria gosta de fofoca, basta olhar a quantidade de revistas e programas de TV com esse fim. A ganância é o grande mal da humanidade. Da mesma forma que o filho de Solano Lopes criou o mito transformando o em herói comprando e pagando a historiadores para que transformar um assassino e ditador sanguinário em herói da pátria, o mesmo se da para a desconstrução de um verdadeiro herói ou heroina. A muito se sabe que a república financia escritores para destruir a imagem do período imperial do Brasil, mas hoje é fácil desfazer tudo isso pois, existe vários jornais e documentos à disposição na Internet em pdf ou digitalizado para se consultar e constatar a veracidade do que se lê em livros de conteúdo duvidosos como os dessa escritora.Até hoje todos os livros que li dela deixaram a desejar em relação às fontes. Transformar a história em ficção virou moda no Brasil.

    • Márcia disse:

      Adriana, não faça acusações levianas. Você quer negar a importância dos cativos no processo da Abolição? Os processos históricos não são resultado de ações individuais. Não há nada de “polêmico” nos comentários de Mary del Priore, ela inclusive escreveu um livro muito interessante sobre a princesa Isabel, “O Castelo de Papel”, que em nenhum momento “ataca” sua memória. Leia mais sobre o assunto, conheça o trabalho de outros historiadores e reflita sobre as suas afirmações.

  3. Fanuel Rocha Mota disse:

    De historiadora essa mulher só tem o diploma, porque de conteúdo deixa muito a desejar. Ousou chamar até Dom Pedro II de “despreparado” e “caipirão”, um monarca admirado e respeitado no mundo inteiro.

    “D. Pedro II mostra grande inclinação para o estudo filosófico. Eu já o ouvi falar em três línguas diferentes e soube que conversa em mais três e traduz as principais línguas europeias. Em sua biblioteca podem ser encontrados os melhores livros de história e as melhores enciclopédias. É voz corrente que dificilmente um visitante do exterior lhe fala de um assunto relacionado a seu país que ele não conheça muito bem. O imperador é membros do Instituto Histórico Brasileiro e não falta às suas sessões. Ele está sempre familiarizado com a literatura moderna na Inglaterra, na Alemanha e nos Estados Unidos, num nível de conhecimento surpreendente. Entre os poetas vivos, o seu favorito é o Sr. Longfellow, por quem tem ilimitada admiração. Seu tempo não é dedicado apenas ao estudo de obras literárias e científicas, pois parte de suas manhãs é ocupada com a leitura de revistas e jornais do Brasil e do exterior.”

    (Rev. James Cooley Fletcher)
    KINDER, D.P.; FLETHCER, J.C. O Brasil e os Brasileiros, 1857, op. cit., pp. 271-272.

  4. Lucas disse:

    Gostaria que a Mary me respondesse 3 questões:
    1- As grandes conquistas do Brasil desde o descobrimento foram feitas por monarquistas ou republicanos, na opinião dela?
    2- Qual regime ela considera ideal para o Brasil?
    3- Por que o Brasil enfrenta sempre grandes crises econômicas e políticas desde 1889, contando com a atual que é a pior de sua história.
    Respondendo as 3 questões, poderemos tentar discutir o texto sobre a abolição da escravatura.

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