Projeto de lei autoriza destruição de documentos originais após digitalização

Publicado em 19 de junho de 2017 por - artigos

O Senado aprovou o projeto de lei do senador Magno Malta que autoriza a destruição de documentos originais em papel após a digitalização certificada. Isso é uma coisa que está arrepiando todo mundo que gosta de história e que luta pela preservação da nossa memória. O relator da proposta, senador Armando Monteiro, explicou que a manutenção dos arquivos de papel custa caro e exige investimentos permanentes. O projeto segue agora para análise da Câmara dos Deputados. Confira os comentários de Mary del Priore para o programa “Um Rio de Histórias” da Rádio CBN: Projeto de lei autoriza destruição de documentos…

Projeto de lei autoriza destruição de documentos originais após digitalização. Foto: Pixabay.

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9 Comentários

  1. Fábio Lima disse:

    Que que é isso!!! Retorno ao medievalismo ou renascimento do nazismo? O que esses políticos imbecis têm na cabeça?

  2. romilda baldin disse:

    muito triste! um povo sem história é que custa caro…..onde está a satisfação para eu que sou historiadora e pesquisadora em manusear um livro, um documento de 1800, 1900…então que doem a quem quer preservar..caiu no meu conceito Magno Malta..

  3. Mauri­cio disse:

    O que custa caro, é um povo sem história!

  4. Nayla Nannetti Coelho disse:

    Isso só pode ser ideia de quem não tem origem nem história para preservar por isso não dá valor a quem tem!
    Verdadeiro absurdo!!!
    Então liberte e deixe que os interessados peguem os originais assim que forem digitalizados!!
    Problema resolvido e todos ficam contentes…

  5. Danielle disse:

    Imagino eu que, muita informação podera ser manipulada, destorcida e, porque não, inventada quando da digitalização e, nunca mais, terá como ser desmentida. Isso é mesmo projeto de lei de gente mal intencionada.

  6. Sonia Maria B A Parente disse:

    Queima de arquivos devia ser considerada crime!! EM 1983, a documentação do Juizado de Menores do estado de SP foi autorizada pelo juiz Dr Chaves Camargo em nome da informatização da área. A recuperação da memória e da história singular do cuidado de crianças e adolescentes, outrora chamados ” menores abandonados” no estado de SP, está sendo feita através de pesquisas no IPUSP, graças aos documentos guardados nos arquivos pessoais de ex- funcionários.

  7. Elisete disse:

    Não podem fazer isso,pois faz parte da nossa história.

  8. Maísa Bonifácio Lima disse:

    Para que não esqueçamos de Nunca mais eleger esse indivíduo Magno Malta. Nunca mais.!!!!!!!
    Memória é história e história é Memória.

  9. Antoniio Carlos Magalhães Santos disse:

    Vamos criar uma Petição exigindo a permanência que os documentos escritos sejam preservados em seu formato original. Só pensa em acabar com os documentos escritos em seu formato original é porque não é burro não; é safado mesmo.

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