Mandela

Publicado em 6 de dezembro de 2013 por - História

 

Nossa homenagem a Nelson Mandela, um grande líder da África do Sul – e mundial -, que lutou por um mundo com menos ódio e discriminação. Não há muito o que acrescentar sobre sua biografia. Sua morte é uma boa oportunidade para nós, brasileiros, refletirmos sobre o racismo e suas raízes históricas. E aprendermos um pouco mais a respeito de nosso próprio passado escravista.

Nelson Mandelao

 

Mandela: símbolo da luta contra o racismo.

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2 Comentários

  1. joao afonso disse:

    Muito o conteudo do site!..rio antigo etc. maravilhoso. Quanto a mandela, nada a dizer. Para aprender sobre nosso passado ESCRAVISTA é preciso viver na africa e pesqueizar bibliografias publicadas na africa. O escravismo foi criado la mesmo pelos africanos!1…tenho bilbiografia provando isso, O europeu ja encontrou o negro escravizando o negro e o vendendo como escravo, Acorda cidadã!….Tapar o sol com a peneira pra vender livros é mole! Ate quando o negro vai figurar como coitadinho??

    • marcia disse:

      Oi, João. A escravidão existe desde a Antiguidade, maioria dos povos antigos (persas, egípcios, gregos, romanos, fenícios, etc) contava com mão de obra escrava, em maior ou menor grau. A própria Bíblia nos conta sobre a escravização dos hebreus. Já havia escravidão no continente africano, sem dúvida, no período de colonização das Américas, mas, com o processo de colonização, o tráfico de escravos se tornou um grande negócio internacional e muitos europeus enriqueceram com a prática. Já abordamos esse tema aqui no blog em diversas ocasiões, você pode pesquisar. Quanto a Mandela, acho que você está confundindo as coisas e os períodos históricos: ele lutou contra o regime do apartheid, uma política segregacionista vigorou na África do Sul de 1948 a 1993. Nesse sistema, a segregação racial era oficial. A partir de 1948, o governo passou a registrar cidadãos segundo a raça e a proibir os casamentos mistos, além de confiscar propriedades de negros e obrigar milhares de pessoas a se mudar para áreas reservadas por etnia. Placas determinavam as áreas para brancos e as áreas para negros, que deveriam, obrigatoriamente, carregar uma caderneta com informações pessoais.

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