Lançamento: novo livro de Mary del Priore

Publicado em 28 de agosto de 2014 por - História do Brasil

No dia 3 de setembro, às 19 horas, na Livraria Travessa Leblon (RJ), lançamento de seu livro “Do Outro Lado”.

“Quem nunca ouviu uma história de casa mal-assombrada? Quem nunca tentou conversar com espíritos por meio de um copo sobre a mesa ou então visitou uma cartomante? Como se vê, o mundo sobrenatural e a preocupação com os mortos estão presentes na nossa vida há muito tempo, e em todas as religiões. Mas de que forma nossos antepassados lidavam com essas crenças? Como isso influenciou nosso atual modo de enxergar o “outro mundo”?

Em Do outro lado, Mary del Priore conta a história do sobrenatural
em nossa sociedade, principalmente desde fins do século xix,
quando as chamadas “mesas volantes”, que permitiam que médiuns
conversassem com espíritos, chegaram à Europa e também ao
Brasil, abrindo caminho para que Allan Kardec desenvolvesse, na
França, o espiritismo. Tudo isso misturado a cartomantes, videntes,
sonâmbulas, endemoninhadas, curandeiros…
Recheada de histórias saborosas e casos pitorescos, a obra é
narrada por uma das maiores historiadoras do país, permitindo
ao leitor conhecer melhor nosso passado, nosso presente e nossa
relação tão especial com o “além”.

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3 Comentários

  1. Denilsa de Oliveira Santos disse:

    Gosto muito de ler os livros da autora. Pense em uma leitura agradável!!! e com certeza sua contribuição para a historiografia do nosso país é impar. Sou fã.

  2. Tânia Maria dos Santos disse:

    Sou esperita praticante e com certeza vou ler este livro.Fiquei muito curiosa,não conheço a escritora mais a vi o programa do Amauri Junior e achei muito interessante.

  3. Levi Jucá disse:

    “Do Outro Lado” é mais uma contribuição imensurável para nossa historiografia! Um capítulo instigante e precioso de nosso cotidiano, de nossas vidas e crenças.. Parabéns Mary Del Priore! Felicitações sobretudo por seu trabalho incansável de pesquisa que reconheço ser baseado no amor pelo ofício e intimidade com o que é tão caro ao historiador: os acervos que se encontram sob o pó do descaso ou do simples desconhecimento. Sucesso, sempre!

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