Enquete: você é contra ou a favor da reedição de “Minha Luta”, de Adolf Hitler?

Publicado em 1 de fevereiro de 2016 por - História

“Mein Kampf” ou “Minha Luta”, em português, é uma obra escrita por Adolf Hitler, em que ele coloca as ideias adotadas pelos nazistas, que causaram tanto horror durante a Segunda Guerra Mundial. Os direitos do livro, que pertenciam ao autor, foram entregues ao Estado da Baviera, que não reeditou a obra, nem permitiu que outros o fizessem. Entretanto, no dia 31 de dezembro do ano passado, os direitos autorais caíram em domínio público, o que possibilita novas edições.

Não é preciso dizer que o fato tem causado grande polêmica em diversos países. No Brasil, a Editora Geração Editorial está lançando uma edição comentada, que já gera – como era esperado – muitas controvérsias. Já houve, inclusive, a apreensão de exemplares pelo Ministério Público de alguns estados. Especialistas alertam para o perigo que a circulação de uma obra abertamente racista pode trazer. Muitos grupos neonazistas se inspiram até hoje nas ideias de “Minha Luta”. Outros, porém, defendem a importância do conhecimento do texto como documento histórico.

Todo cuidado é pouco quando o tema é nazismo, ainda mais em tempos em que as tensões raciais e a xenofobia estão em ascensão. A questão é bastante delicada principalmente para nós, historiadores, e merece ser discutida com seriedade. E você, o que acha? Queremos ouvir sua opinião. – Texto de Márcia Pinna Raspanti.

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26 Comentários

  1. José Arnaldo de Castro disse:

    Temos que levar em consideração que muitos livros representam o que se passa no seu tempo. Podemos citar “O CAPITAL” de Karl Marx. Na época em que foi escrito os trabalhadores, sobretudo, os europeus estavam passando por momentos difíceis provenientes da Revolução Industrial que se alastrava por uma boa parte da Europa. Houve aumento de riqueza do Estado, dos donos dos meios de produção, não tenho dúvidas. Os autores sempre relatam isso. Mas os assalariados, os donos da força de trabalho pouco usufruíam dessa riqueza. Foi por isso é que apareceram os movimentos socialistas sob diversas formas. Foi o que Marx e Hengel chamavam de “Socialismo utópico”. De uma certa forma, talvez tivessem até razão. Foi quando lançaram a ideia do “Socialismo Científico” que depois chamou-ae de “comunismo”. Não se trata de discutir aqui as essências das teorias. Somente anos após a morte de Marx e Hengel é que Trostky e Lenine puseram em práticas suas ideias comunistas no país que não estava preparado para recebê-las, pois, foram idealizadas para a Alemanha que estava iniciando a sua Revolução Industrial e não para Rússia que era um país meramente agrário. As teorias comunistas, logo após a Revolução Russa, espalharam mundo afora. Se não me falha a memória e mesmo o meu melhor conhecimento sobre o assunto (comunismo) o livro “O Capital” foi proibido aqui no Brasil. Quando voltou a ser editado, não houve esse estardalhaço como está sendo com o relançamento do livro de Hitler, “Minha Luta”. O problema é que ele foi lançado na Alemanha numa época, como falei acima, o país estava passando por momentos dificílimo do pós Primeira Guerra Mundial. Por isso as ideias lá contidas foram aceitas. Não nos esqueçamos que todo alemão era obrigado a comprar um exemplar e isso tinha duas razões. A primeira era fazer fundos para o partido e a outra expandir as ideias nazistas. Como o nazismo perdeu a guerra, o livro foi proibido em muitos países. Já li alguns comentários de pessoas que o leram e foram unanimes em afirmar que é uma confusão de ideias que não levam a nada. Mas uma coisa temos que admitir. É um livro que está na História mundial. Uma pessoa que não estiver preparada para lê-lo sem saber direito o que lá está contido e o que foi a guerra e suas consequências, não aconselho a fazê-lo. Mas um tribunal, em um estado brasileiro, proibir sua reedição, não acho certo. Isso é antidemocrático e mostra o desconhecimento de quem o proibiu. Leia-o quem quiser. Esse ato lembra muito os atos de censura que até pouco tempo o Brasil passou. Não pretendo lê-lo pois sei o que lá está contido e nunca vou concordar com ideias nazi/facistas. Fica aqui registrada minha opinião. Aceite-a quem quiser ou tenha curiosidade.

  2. José Arnaldo de Castro disse:

    Estou de acordo com as palavras da AMANDA CAROLINE, vou repeti-las:
    “Acredito que os professores de história poderiam trabalhar este livro com os alunos. Desde que, os pensamentos do autor fossem debatidos em sala, de forma a fazê-los pensar sobre os perigos que o racismo e/ou xenofobia podem nos causar.”
    Num mundo tão desigual como vivemos, com o capitalismo na mão de pouquíssimos, algum “neo-nazista” de plantão poderia e acho que já está acontecendo, lançar ódio profundo sobre a humanidade. Seria muito interessante ser debatido com alunos dos cursos secundário e universitário dentro do ramo a que o livro se refere.

    • Luis Carlos Araüjo disse:

      Estoy de acuerdo su publicación, para que la humanidad tenga conciencia de las ATROXIDAD REPUGNANTES DE ESTE SR,SY CABE LLAMARLO DE SR. Porque sino,el seguirá siendo un heroe,lo que no lo fue, y si un asesino y debil mental,que agrupo a su vuelta,otros tantos seguidores,igual o peores que el. Este es mi comentário y mi pensamiento de este MONSTRO.

  3. GIRASSOL disse:

    Ganhei de presente de meu esposo recentemente o livro título “Minha Luta” do autor Adolf Hitler publicado pela Editora Centauro. Acabei de ler o livro e estou decepcionada. Pra falar a verdade a palavra é indignada.
    Vi recentemente pela mídia que a justiça do Rio de Janeiro havia proibido a comercialização deste livro por causa de seu conteúdo polêmico. Depois de ler o livro publicado por esta editora, cheguei à conclusão de que deve ser proibido mesmo, mas não por causa de seu conteúdo. Sou a favor da liberdade de expressão, acredito que cada pessoa tem livre arbítrio e possa ler o que quiser e tirar suas próprias conclusões. Mas, como disse anteriormente, acho que deve sim ser proibida a comercialização deste livro por causa de sua péssima qualidade editorial.
    Até hoje em minha vida nunca havia me deparado com algo assim. E olha que já li muito. Inclusive diversos autores estrangeiros como Salman Rushdie , Dostoiéviski, Mikhail Bulgakov, entre outros, todos traduzidos para a língua portuguesa de forma impecável.
    Consta no início do livro o nome de uma revisora mas não parece. que o livro foi revisado. Identifiquei inúmeros erros de ortografia, de pontuação, de acentuação, de concordância, mais precisamente cento e três erros grotescos, imagino quantos mais passaram despercebidos.
    Isto é simplesmente inadmissível, vergonhoso. Este livro, apesar de seu conteúdo polêmico, é um livro de valor histórico, para colecionador. O “Fuhrer”, onde quer que ele esteja, deve estar tanto quanto eu, horrorizado com a negligência desta editora para com os seus escritos. É uma falta de respeito um consumidor pagar R$ 75,00 por um produto entregue em tão precárias condições de qualidade.

  4. Mario Rui disse:

    Já não consigo responder. Já fui censurado? Lool

  5. Mario Rui disse:

    Sim eu acho que deve ser vendido e eu até já o comprei. Sempre detestei fascistas, odeio nazis e mete-me nojo gente racista. Mas nos últimos anos tenho investigado e lido muito sobre história da nossa sociedade principalmente a europeia e ibérica e sempre senti interesse em saber o motivo do povo Judeu ser constantemente perseguido e ódiado ao longo de milhares de anos até por vários povos diferentes. Algumas coisas que descobri: Dizem que Os judeus eram os escravos dos faraós, depois nas primeiras crusadas cristãs organizadas para ir invadir e expulsar os muçulmanos de Jerusalém antes de partir esse exercito perseguiu e matou milhares de judeus na alemanha em 1096. Há registos que os judeus abriram as portas da península ibérica e apoiaram a invasão muçulmana porque era perseguidos pelos visigodos(cristãos). A inquisição começou com a perseguição e morte de judeus. Um Rei portugues, que no inicio até recebia muitos judeus jugidos de espanha acabou por matar milhares atirando-os ao rio tejo (dizem q por vontade da sua esposa) o hitler perseguiu e matou milhões de judeus. E agora todos os árabes têm um ódio de morte ao judeus.
    Será que ao logo destes séculos todos, são mesmo todos os perseguidores que são doidos? Será que esse povo não contribui mesmo nada para isso? Ao ler o livro Mein kampf (que não é nada difícil de ler) tenho me assustado com frequência porque eu já tinha pensado em algumas coisas que lá estão! Não será verdade que os judeus estão por trás dos bilderberg/iluminati que dominam o mundo atual secretamente, que começam guerras conforme lhés da mais jeito deitando torres gémeas a bacho com bombas etc etc? Sera que eles nao sao como dizem os grandes patroes de hollywood para nos lavar a cabeça desde que nascemos? Será que eles patilham as suas ideias e riquezas como todos os outros povos fazem? Será que está certo o massacre que os judeus estão a fazer na Palestina, criando um cancro no mundo e criando assim o terrorismo mundial?

    • marcia disse:

      Oi, Mário. É preciso ser muito cauteloso quanto a esse assunto. Em primeiro lugar, não se pode generalizar e dizer que “os judeus” são responsáveis sobre determinado fato. Quem são esses “judeus”? Hoje, em Israel, existem diversas correntes de pensamento, não existem apenas os sionistas. Pode-se – e deve-se – questionar a política externa de Israel atualmente, assim como de diversos países. O que não justifica ódio ou desprezo à população dessas nações. O preconceito é exatamente isso, rotular sem conhecer detalhadamente uma pessoa, uma religião, um gênero, etc. Fique atento às “teorias da conspiração” que escolhem um “vilão” para lhe atribuir todos os males do mundo, foi assim que surgiram os regimes fascistas. A Alemanha vivia um período muito difícil politica e economicamente após a 1ª Guerra Mundial, a população estava desesperada, e Hitler conseguiu convencer parte dos alemães de que a culpa era “dos judeus”. Sabemos que os problemas da Alemanha na época eram causados por questões extremamente complexas na geopolítica europeia. “Minha luta” é uma obra racista e cheia de clichês, apenas isso.

      • Mario Rui disse:

        MarciaConcordo perfeitamente com tudo o que você disse. E penso constantemente nisso porque tenho medo de ser injusto e em vez disso, apenas continuo a ler opiniões dos vários pontos de vista. Mas cada vez mais me recuso a ver apenas o ponto de vista americano que os jornalistas portugueses se dão ao trabalho de copiar colar. Principalmente porque esses americanos estão por trás de todas as guerras dos últimos século. Há teorias da conspiração que são absurdas realmente, mas também é absurdo acreditar que a 3 torre caiu por magia e sem nada lhe tocar. Mas se as pessoas ficam mais calmas ao não querer ver estas coisas absurdas de sacrificar o próprio povo para ir atacar e invadir outros países, então tudo bem. E descobrir que dos 2 mil e tal judeus que trabalhavam nas torres gémeas nunhum foi trabalhar naquele dia? 😉 mas ok é tudo teorias da conspiração. Cumprimentos

  6. Rafael Batista disse:

    Sou a favor, não apenas para que todos possam conhecer e apreciar esse importante documento histórico, como também como uma questão de coerência: se for proibir todo documento ao qual, a partir dele, se causou guerras e carnificinas a Bíblia Cristã deveria ser um alvo de censura há séculos

  7. Amanda Caroline disse:

    Acredito que os professores de história poderiam trabalhar este livro com os alunos. Desde que, os pensamentos do autor fossem debatidos em sala, de forma a fazê-los pensar sobre os perigos que o racismo e/ou xenofobia podem nos causar.

  8. Domingos disse:

    Sim deve ser lido. Para se conhecer a mente dos políticos. São mentes perigosas para a humanidade. Muitas vezes doentes.

  9. José Arnaldo de Castro disse:

    A reedição do livro em si mesmo, pode ser encarado como um documento meramente histórico, como O Capital de Karl Max. Gerações futuras, a medida que forem instruindo-se e quando tomarem conhecimento que em pleno século XX de nossa era, teve um indivíduo como Hitler e seus asseclas, ficarão curiosos em saber quais suas reais intensões raciais, ao incitar práticas de intolerância contra grupos sociais, étnicos e religiosos. É bom esclarecer que Hitler foi o fruto de seu tempo. Ele, em seu período de ostracismo, lia muitas obras sobre as mais diferentes formas de racismo, sobretudo, contra os judeus. Ele, não admitia, mas teve vários gurus que incitava o racismo. A diferença entre esses indivíduos e Hitler foi que ele pôs em prática tudo que havia sobre o assunto na Europa. O racismo contra os judeus na Europa é secular. Quando, na Idade Média européia dominava a cultura da Igreja Católica, surgiram movimentos contra os judeus. Por que isso? Porque a IC incutiu que foram os judeus que mataram Jesus Cristo. Mas, por trás disso havia o capitalismo que surgia. Os judeus como sempre foram perseguidos, guardavam seus tesouros em forma de metais preciosos como o ouro. Depois veio o diamante. Quando um mercador necessitava de dinheiro para montar sua aventuras mar a fora, recorriam aos judeus. Estes cobravam juros exorbitantes. A IC não admitia cobrança de juros, que consideravam “pecado mortal”. Por isso recorriam a eles, mesmo sabendo das imposições da Igreja. Uma boa parte da Revolução Industrial foi financiada com dinheiro de judeus como os Rothschild. Quatro causas principais fizeram o surgimento de Hitler. 1º foram os próprios aliados que ganharam a 1ª Guerra Mundial, em especial a França. Eles sugaram tudo que podiam da destruída Alemanha. Acabaram com orgulhos patriótico alemão que sempre foi uma de suas características. 2º A quebra da bolsa de valores de Nova York em outubro de 1929. Assim não fosse, Hitler seria uma mera citação de rodapé de alguns poucos livros. 3º A sua eloquência em expressar-se, não igualada até hoje. O discurso de um jovem promissor, falando em bravo e alto tom que ele seria a salvação germânica, foi o estopim acesso para por fogo no mundo . Finalmente, a 4ª causa foram os próprios aliados. A 1ª Guerra Mundial ou “A Grande Guerra” foi aquela que ninguém esperava pelas suas atrocidades. O mundo ficou marcado. Daí gerou um imobilismo que não queriam uma outra guerra. Hitler fez o que fez como todos nós sabemos.
    Quanto a reedição do livro, acho ainda prematuro pois, pode acirrar ânimos de pessoas descontentes com a atual situação mundial. Como no pós 1ª GM não havia líderes para conter Hitler, a não ser Churchill que foi uma voz clamando no deserto, ficamos sujeito a aparecer um fanático que se diz líder, e ponha fogo no mundo novamente. Claro e sei disso, mais cedo ou mais tarde as futuras gerações exigirão que reeditem o livro e daí para frente….. só Deus sabe o que pode vir a ocorrer. No YouTube existem vários vídeos sobre o assunto. Recomento a “Ascensão do Dinheiro” e “Os Rothschild”. Muito bons mesmo. Eu recomendo

  10. Luciano disse:

    Estou estupefato com os comentários aqui apresentados a favor da reedição desta infame obra que incita práticas de intolerância contra grupos sociais, étnicos e religiosos, e que contraria valores humanos e jurídicos estabelecidos pela República brasileira.

    AINDA BEM QUE EXISTE A JUSTIÇA PARA EVITAR ESTE MAL!

    A 33ª Vara Criminal do Rio de Janeiro proibiu a venda do livro Minha Luta (Mein Kampf, em alemão), escrito por Adolf Hitler, em 1925. A decisão, assinada pelo juiz Alberto Salomão Junior, foi proferida em ação cautelar ajuizada pelo Ministério Público estadual. O descumprimento está sujeito a multa de R$ 5 mil.

    Leia mais aqui http://bit.ly/1P74r5q

  11. O livro é um documento histórico importante. Não se deve esconder os horrores do passado fingindo que não existiram. Portanto liberar a publicação não significa que todos vão concordar com ele. O material pode ser muito bem estudado, por exemplo, para detectarmos movimentos similares que foram surgindo posteriormente. Acho que o acesso a obra irá facilitar muito mais do que complicar.

  12. Daniel Augusto Schmidt disse:

    Sou a favor, sabe. Infelizmente ele e,sim, um documento histórico. Uma das poucas maneiras de se aproximar, ainda que com muitas limitações, da mentalidade de Adolf Hitler.E o ditador falando por si mesmo.

  13. Fábio Dias disse:

    Acho válido a reedição do livro.
    Entendo todos os medos que a publicação levante, mas, acredito que os partidários das ideias nazistas não serão maiores que os já existentes. Acredito, inclusive que o acesso a tal leitura possa esclarecer posicionamentos que não são vistos como fascistas por não compreender as ideias dos fascistas, ou mesmo o inverso, que leva algumas pessoas a afirmar que nazismo é de esquerda.
    Talvez o acesso a esse documento facilite mais que complique.

  14. Caio disse:

    Claro que sou a favor, censura é coisa de nazista!

  15. Pedro Paulo Morado disse:

    Para podermos criticar a odeologia do nazi-fascismo e necessario entender o seu pensamento.

  16. Liomar Marcelino Odwazny disse:

    Deveria ser publicado, pois é uma importante ferramenta de conhecimento referente ao tema e o texto como documento histórico.

  17. Rafael Guimarães Alves disse:

    Minha opinião é de que a reedição do livro não deve ser impedida judicialmente. Não tenho uma opinião formada sobre ser “contra ou a favor da reedição do livro”, mas tenho certeza que sou contra sua proibição. Eu não reeditaria, mas defenderia até a morte o direito de alguém fazê-lo. Tragédias fazem parte da história da humanidade, e as ideias que levam a elas estão por toda parte. A tragédia judaica não é um fato único na história. Se temos liberdade para ler “O Príncipe”, de Maquiavel, por que não ter para ler “Minha Luta”?

  18. Ana Maria disse:

    Sou a favor. A verdade deve ser cada vez mais conhecida, apesar das dores e sofrimentos, ainda sentidos na atualidade, sobretudo pelos descendentes alemães, para que esse tipo de ditadores e loucos nunca mais consigam chegar ao poder. Que o mundo se junte na luta e no grito coletivo contra toda e qualquer espécie de opressão e autoritarismos. O conhecimento e a conscientização levam o povo a discernir e se encorajar contra as atrocidades e todo tipo de desumanidade, que continua grassando no mundo contemporâneo.

  19. rossiley ponzilacqua disse:

    Sou a favor com restrições. Acredito que a liberação desta obra, que convenhamos Hitler além de pintor ruim, tem uma narrativa péssima, foi o pior livro que já li. Deveria ser restrito a professores e pesquisadores do assunto. Fica um pouco de receio com tanto adolescente e mesmo alguns adultos que não conhecem História e caem em discursos esdrúxulos, o que fará esta obra na cabeça deles, não sei. Agora, o grande problema desta obra com a editora é a forma de propaganda, quase uma apologia a Hitler.

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