“Diretas Já”, Tancredo Neves, impeachment: quais as suas lembranças?

Publicado em 11 de maio de 2017 por - artigos

Querido leitor, tenho um convite para você! Assista ao vídeo no link abaixo:

https://1drv.ms/v/s!Atlz-II4051NiCrXDlerM6iEC9Wa

       Venho novamente pedir a colaboração dos leitores  do blog HistóriaHoje.com (http://historiahoje.com) para o último volume da tetralogia Histórias da gente brasileira. Estou em busca de relatos pessoais que mostrem como a população, em geral, vivenciou o período final da Ditadura Militar e a volta à democracia. Peço que os leitores contribuam e dividam suas histórias comigo. Para isso, é preciso responder três perguntas:

  1. O que significou para você e sua família o movimento das “Diretas Já”? Você participou? Foi para as ruas?
  2. O que representou para você e sua família a morte de Tancredo Neves? Luto, tristeza, indiferença…
  3. Você foi um “cara pintada” em favor do impeachment do Collor? Quais as suas lembranças a respeito do afastamento de Collor?

 

O texto deve ser encaminhado para o e-mail historia.hoje@bol.com.br. Algumas dessas narrativas (não todas, infelizmente) farão parte do meu livro. Faremos uma seleção e verificação dessas histórias.

Mary del Priore.

 

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2 Comentários

  1. Elisa Favre disse:

    Querida Mary, ler os seus livros e ouvir seu programa na CBN são para mim como saborear um doce muuuuito gostoso. Algo como a ambrosia dos deuses que Monteiro Lobato descrevia em seus livros.

    Devo confessar então que é muita “cara de pau” de minha parte escrever para você. Seu português é tão perfeito, você usa tão lindamente as palavras…mas vamos lá:

    Meu relato é muito simples, uma pequena cena do meu cotidiano mas da qual me lembro nitidamente como um “flash”, algo que me marcou muito.
    Um dia sentada no chão da biblioteca de minha casa, folheando a revista americana de humor satirico chamada MAD, vi uma charge com o presidente americano e perguntei ao meu pai: “Eles deixam fazer isso com o presidente pai?”. Não me lembro da explicação que ele me deu, mas nunca mais me esqueci desse momento.
    Quando jovem eu não sabia exatamente o que era a ditadura mas entendia muito bem que eu e meus irmãos, fora de casa, não podíamos falar livremente o que pensássemos.
    Não há nada mais precioso do que a liberdade de expressão e devemos zelar por ela o tempo todo. Especialmente em um pais onde até pouco tempo atrás ela foi tão brutalmente cerceada…

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