Desafio cultural: ganhe um exemplar autografado do novo livro de Mary del Priore

Publicado em 19 de outubro de 2014 por - História

Você conhece alguma história sobrenatural? Conte para a gente!

O nosso desafio cultural deste mês é relativo a histórias que envolvam fenômenos sobrenaturais ou inexplicáveis. Podem ser relatos de experiências vividas ou mesmo casos que já se tornaram parte da tradição oral. O mais importante é usar a imaginação.

As duas melhores narrativas serão publicadas no blog na próxima semana e os autores receberão, pelos Correios, um exemplar autografado de “Do Outro Lado – A História do Sobrenatural e do Espiritismo”. Os textos devem ter, no máximo,15 linhas e devem ser enviados para o email do blog (historia.hoje@bol.com.br), até terça-feira, dia 21 de outubro. Participe!

 

 

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6 Comentários

  1. Quando eu era criança, e ia passar as férias na fazenda de meus avós em Minas Gerais, minha avó depois do jantar à luz de um velho lampião, nos contava a estória mais fascinante de assombração que nos fazia tremer de medo e pavor… Eu e meus primos, escutávamos a estória com os olhos arregalados e nosso coração batia descompassado!
    O ano era 1830, e uma moça que morava na fazenda Santa Clara, fora prometida por seu pai, para se casar com um rico barão proprietário de terras e escravos.
    A noiva prometida se chamava Catherine, ela era linda e tocava a música de Bethoven no piano maravilhosamente!
    Mas, Catherine não amava o barão ela era perdidamente apaixonada por Arthur, empregado de seu pai.Antes da cerimônia do casamento, a noiva apaixonada, não cedeu a vontade do seu severo pai, e se suicidou, já que era impossível ficar com o seu verdadeiro amor.
    Desde então, o casarão se tornou assombrado, e a moça sempre aparece vestida de noiva, nos arredores da fazenda onde morava e há relatos de pessoas que escutam música ao som de um piano!

  2. Aline disse:

    Em 2006 , estavamos caminhando minha irmã e eu pelo bairro e apareceu diante de nós um senhor de aproximadamente 70 anos, grisalho, portando várias sacolas nas mãos. Para facilitar sua passagem, e desloquei para a direita e minha irmã sentido a rua. Minutos depois, me deu uma sensação estranha e perguntei a minha irmã sobre o senhor, e ela me respondeu “Que senhor? Não passamos por ninguém” Posteriormente fui descobrir que havia falecido na mesma semana no bairro um senhor de características físicas iguais, que costumava fazer compras á tarde pelo comércio do bairro.

  3. Rita de Cássia Sanches Teixeira disse:

    Tenho uma gata que está comigo há 18 anos… todos os dias, quando o meu pai estava chegando do serviço eu sabia porque esta minha gata ia para a porta e ficava olhando para ela até ele abrir a porta. E meu pai era muito sistemático, dificilmente, se atrasava.
    Quando minha gata tinha 7 anos, meu pai ficou doente e deixou de trabalhar, ficando em casa por 9 meses, até que faleceu. Minha gata perdeu essa rotina de ficar esperando por ele porque estava sempre perto dele.
    Após uma ou duas semanas após a morte dele, minha gata começou a ir para a porta, olhava para ela, esperando ela se abrir. No primeiro dia, não dei muita atenção, no segundo dia, olhei para o relógio e até percebi que era o horário que meu pai costumava chegar do trabalho, mas procurei não pensar nisso, cheguei a abrir a porta para ver se era alguém passando no corredor. E ela continuou fazendo isso e eu perguntava se ela estava esperando pelo “vovô” Eu chegava a pegar ela, mas ela retornava para o mesmo lugar. Um dia eu disse que não adiantava porque ele não iria mais voltar. Não me lembro se foi logo depois de eu dizer isso porque ela teve esse comportamento por uns 15 dias, mais ou menos, mas cono já se passaram 14 anos, não sei se foi em seguida, mas até que ela parou.
    Se era ou não algo sobrenatural, gosto de pensar que era meu pai me visitando.

  4. Márcio Jesus de Morais disse:

    Em 1985, ao dez anos de idade, morava na pequena cidade de Jacutinga em Minas Gerais. Num domingo minha mãe disse que iria passear com a família de uma amiga por algumas fazendas da região, e se eu não gostaria de ir junto, assim poderia comprar algumas aves exóticas, pois eu era um colecionador.
    Tudo começou quando eu fui atacado por um galo índio em Bauru no interior de São Paulo, depois disso fiquei com muito medo de qualquer tipo de ave. Como em Jacutinga haviam muitas galinhas em praticamente em todas as casas, eu sempre ficava com medo de entrar. Então um dia minha mãe meu deu alguns pintinhos e conforme foram crescendo, fui perdendo o medo e comecei minha coleção.
    Nesse domingo então fomos para vários lugares, e já havia comprado algumas, foi então quando decidiram ir para um lugar mais afastado nas montanhas. Chegamos na casa e como estava cansado fiquei no carro deitado e não quis entrar.
    Depois de um tempo deitado, levantei para ficar vendo o por do sol que estava lindo. Aquele momento que o céu fica vermelho, e tudo começa a ficar escuro. Ao lado da casa, uns 30 metros de distância havia uma bambuzal bem grande, e fiquei olhando para ele quando apareceu um senhor, e ficou olhando em minha direção. Ele não se movia, apenas ficava me observando, então fiquei com medo e achei melhor correr pra dentro da casa onde estavam todos. Entrei correndo e assustado e todos começaram a perguntar o que havia acontecido, então comentei que havia um homem me encarando lá fora e todos sairam e não havia mais ninguém.
    Algumas pessoas foram até o bambuzal e não havia nada, o campo era aberto, não daria tempo de ninguém sair assim. Então voltamos todos para dentro da casa e quando voltei novamente vi um retrato e comentei:
    “Era esse homem que estava lá fora!”
    Todos ficaram muito nervosos, e alguns ficaram inclusive bravos comigo, então a uma senhora que estava lá me disse bem assustada que o homem da foto havia morrido há três meses.

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