Correspondência de Guerra

Publicado em 12 de novembro de 2014 por - História do Brasil

Desconhecidos por especialistas, documentos do Museu Imperial revelam detalhes sobre o cotidiano da Guerra do Paraguai.

Desenhado à mão, um mapa sem datação e autoria, arquivado no Museu Imperial, em Petrópolis, esboçou uma suposta rota de fuga que seria tomada por López após a invasão de Ascurra, além de indicar o posicionamento de trincheiras inimigas e acampamentos aliados ao redor. A carta é um dos 30 documentos cartográficos que ficaram esquecidos por estudiosos por pelo menos três décadas. Neste ano, passaram por restauro e, em setembro passado, tornaram-se parte de um dossiê iconográfico e cartográfico sobre a Guerra do Paraguai, apresentado como candidato ao título da Unesco de Memória do Mundo de América Latina e Caribe (Mowlac), junto a outras 372 peças de oito instituições brasileiras, como os museus da Marinha, do Exército e do Itamaraty. Além disso, por trás da pesquisa de imagens realizada no museu de Petrópolis, foi feito um levantamento e uma leitura minuciosa de fontes textuais relacionadas ao tema: a equipe chegou a um número aproximado de 3 mil documentos, produzidos entre 1864 e 1871, armazenados no arquivo da Casa Imperial do Brasil. Entre o material há fontes inéditas aos olhos de muitos especialistas no assunto, como duas pastas com dez cartas escritas por Solano López e um diário redigido pelo conde d’Eu sobre o cotidiano no campo de batalha.

Veja a matéria completa da Revista de História da Biblioteca Nacional no link abaixo:

http://www.revistadehistoria.com.br/secao/capa/cartas-do-front

guerra-do-paraguai

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