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2 Comentários

  1. juliana disse:

    Concordo plenamente com a Mary. Não sou biógrafa, mas já trabalhei muito com pesquisa iconográfica para vários livros, inclusive biografias. Se com as imagens já se sofre tanto para conseguir autorização dos herdeiros, chegando-se ao ponto de quase apagar uma personagem da história, porque os detentores dos direitos de imagem não permitem a reprodução, a não ser mediante cifras astronômicas, imagine com biografias! Não podemos transformar a cultura e a história brasileiras em moeda de mercado. Se for assim, imagine: eu proponho ao fulano escrever sua biografia. Ele diz, pagando tanto eu autorizo. Só serão publicadas biografias autorizadas através do dinheiro?! É típico da mentalidade brasileira “liberar” as coisas mediante pagamento… é quase propina…

  2. João Paulo Carneiro disse:

    Priori vai direto ao ponto quando afirma: “Pessoas públicas são públicas”. Obviamente, em tempos líquidos em referência a Bauman, nos soa estranho o medo, o terror, os pseudos escândalos, as imagens, de determinados personagens. Por outro lado se a pauta é pelo viés econômico, com toda razão a autora os denomina como agiotas. Sendo assim, produziremos nossa auto biografia e entraremos em demanda jurídica própria para aumentar a arrecadação.
    Abraços.

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