Entre pisadelas e flertes: um imperador apaixonado

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Para quem guarda na memória figura de D. Pedro II como aquele senhor severo, de barbas brancas, vamos mostrar um outro lado seu: romântico e até pueril em suas atitudes. Parece que todos os apaixonados são iguais…Confira: Com os livros … Continuar lendo

D. Pedro II, o filho do Demonão

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Neste artigo, o historiador e escritor Paulo Rezzutti faz uma interessante análise da vida amorosa dos nossos dois imperadores, demonstrando que pai e filho tinham mais em comum do que muita gente pensa. E ainda aproveita para fazer uma provocação … Continuar lendo

Condessa de Barral – a paixão do imperador D. Pedro II

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            Todos conhecemos os retratos do austero imperador D. Pedro II. As barbas brancas e longas e a fisionomia fechada. Este é o monarca. Mas e o homem, seria igualmente severo? Graças às pesquisas no riquíssimo acervo do Museu Imperial … Continuar lendo

O Imperador que amava o Brasil

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Em meio a um período de turbulências, D. Pedro I retornava a Portugal, para retomar a coroa em nome da filha Maria da Glória. Como herdeiro do trono brasileiro, ficava seu filho de apenas seis anos, o futuro imperador D. Pedro … Continuar lendo

Moço bonito: D. Pedro II

” (…) Era um moço bonito, apesar da gordura começar a se espalhar pelo seu corpo. Alto, de feições severas e modos lentos, tinha um par de olhos azuis como contas, afundados num rosto muito branco. Mais ouvia do que falava e dele emanava um sentimento de desconfiança em relação ao interlocutor. Raramente as pessoas ficavam à vontade na companhia do imperador. Podia-se resumi-lo numa única palavra: reservado. Às vezes era visto na bela baía de Botafogo tomando banho de mar com a família. Quando o cólera chegou à capital mostrou-se incansável. Em vez de se refugiar em Petrópolis – como fez a elite – parava seu carro à porta dos hospitais, penetrava nesses focos de epidemia, aproximava-se dos leitos dos coléricos, falava a todos eles, robustecendo as coragem dos fortes, inspirando valor e ânimo aos fracos e enchendo de esperança, de fé e de gratidão o coração dos míseros doentes(…)”.

Trecho de “A Condessa de Barral – a paixão do imperador”, de Mary del Priore. (pp. 136-137).

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